11.2.09

Guerreiro Quieto

O deputado Luis Sefer voltou a tribuna da AL na sessão de ontem, 10.
Nem vou comentar o teor de seu discurso, pra não me aborrecer.
Só digo pra voces que nobody aparteou ou cumprimentou o deputado, ao contrário da longa fila que se formou para cumprimentá-lo após seu discurso de dezembro, logo depois que o escândalo pipocou.
O poster queria ter estado lá, ontem, só pra ver a cara do deputado Gabriel Guerreiro (PV) - um parlamentar preparado mas fiel ao estilo deixa que eu chuto - que fez o mais agressivo pronunciamento em defesa de Sefer.
Sentou a maçaranduba na imprensa... e olha aí no que deu.

3 comentários:

Franssinete Florenzano disse...

Juca, eu estranhei muito aquele pronunciamento do Gabriel Guerreiro. Então fui na hora conversar com ele e saber a razão. Ele estava visivelmente muito nervoso, trêmulo até. E então me disse que acabara de ler um recorte (me deu uma cópia) de matéria publicada em um jornal de Santarém acusando um rapaz que lhe presta serviços de ter tentado agredir o prefeito de Terra Santa. A matéria envolvia o nome de Gabriel - até mais do que o próprio acusado. Nem lembro direito da história, parece que era uma festa de casamento em Terra Santa, a irmã do deputado era convidada, foi para lá no barco de Guerreiro, o tal rapaz era o maquinista ou comandante do barco, e na hora da festa rolou o maior tumulto. Agrediram o rapaz, a irmã de Gabriel passou o maior constrangimento, e por vai. É lógico que a imprensa não merecia o que Guerreiro falou, mas ele de fato estava sob violenta emoção e o que disse não foi em razão do que saiu publicado sobre o caso Sefer.
Guerreiro estava indignado com o jornal que publicara a matéria e aí descontou na imprensa, de modo geral, a Geni deste País.

Juvencio de Arruda disse...

Bom dia, Franssi.
Lembro do caso do correligionário do deputado, realmente na mesma época que pipocaram as denúncias contra o nacional Sefer.
Aguardemos. Quem sabe se ao final do caso Sefer, e não mais sob violenta emoção, ele reconhece que se excedeu?

Anônimo disse...

Tô morrendo de pena.
Será o Sefer quando fazia o que fazia com a menor tambêm estava sob forte emoção?