9.12.08

As Crônicas da Eleição na Alepa

No final da tarde, chegou uma mensagem da Governadora no celular do Deputado Juvenil: ela não poderia recebê-lo à hora aprazada na ligação da manhã.
Lemos a mensagem como a senha para a nossa arregimentação: precisávamos nos preparar para a contenda.
Recebi uma ligação do Palácio: o Puty convidava-me para um café, no sábado pela manhã.
Participei o encontro ao Deputado Jader Barbalho, que aquiesceu, estabelecendo os limites do diálogo.
Terminei o dia com a sensação de que o rompimento com o PT estava na próxima esquina.


Assim termina a primeira das cinco crônicas do deputado Parsifal Pontes, do PMDB, sobre a eleição da mesa da Assembléia Legislativa.
Na íntegra aqui, imperdível.

6 comentários:

Anônimo disse...

Eu vou ler.Mas farei as devidas correções caso se apresente uma impropriedade ou distorsão sobre os fatos.Eu fui protagonista.

Anônimo disse...

Será que ele vai contar tudo? Mas tudinho mesmo? Inclusive quando ele esteve com a governadora no CIG?

Juvencio de Arruda disse...

Protagonista das 12:10.

De vc, ou de qualquer outro comentarista, só aceitarei "correções" às cronicas de Parsifal se forem enviadas ao meu e.mail - disponível no Perfil do blog, devidamente identificadas com telefone e tudo.

Anônimo disse...

Eu li. Tá morno ainda. Será que esquenta?

Bia disse...

Boa noite, Juca querido:

ainda não fui ler as crônicas do deputado porque o dia hoje foi muuuuuuito longo.Mas vou daqui a pouco.

Quanto ao anônimo protagonista, é curioso como ser protagonista "anônimo" lhe parece natural, como se um mandato fosse mesmo alguma coisa "anônima". Até porque, se não for deputado, não é "protagonista". Errou de papel. Porque a votação foi na Assembléia e aí, até a governadora é coadjuvante.

Onde andará Santo Ambrósio?

Beijão, querido.

Anônimo disse...

Assim não vale. A crônica está com lacuna. Quem é a pessoa que foi na casa do Deputado? Pelo que ele diz, é gente grande. Isto vai ficar igual aquela novela Quem matou Odete Roitman?