3.12.08

Eu Vou!

Grande Luizão "Don King" Costa, o produtor do espetáculo!

13 comentários:

Anônimo disse...

Não posso perder a piada Juva...
Será que a Ana Célia vai?
Abs.,
O Vigiador.

Anônimo disse...

Ei, Juvencio,
A governadora Ana Júlia Carepa vai recepcionar os prefeitos eleitos e reeleitos hoje, a partir das 17 horas, no hangar.
Vê se noticia alguma coisa.
Mais informações no site do governo (www.pa.gov.br).
Muito obrigado.

Anônimo disse...

CPI do HANGAR já.

Anônimo disse...

Caro Juvencio, porque não se expoem aqui alguns Contratos de Empresas Privadas ao HANGAR para fazermos uma comparação de preços praticados aos Orgãos Públicos, quanto custou aos organizadores de Eventos o espaço de HANGAR para empresas privadas...será que foram milhões..??? Que tal o próprio nucleo do HANGAR expor esses CONTRATOS e suas diferenças de preços se é que existem.

Anônimo disse...

É um grande absurdo cobrarem R$ 200,00 em uma mesa e quem quiser ficar mais perto do palco (como se fizesse diferença) tem que pagar R$ 600,00.
Desse jeito só a fina elite pode assistir a esses shows de grandes nomes da nossa música.
Tudo bem que o Francis Hime veio bancado pelo município e o Paulinho da Viola pelo Banco do Brasil, porém nem o show do Chico em São Paulo custou tanto, assim como tantos outros...
Infelizmente, nós que somos da "plebe" mas que gostamos de uma boa música ficaremos de fora...é difícil arranjar quatro amigos com R$ 50,00 cada um pra dividir uma mesa.
Neste dia, continuaremos nos botecos da vida ouvindo os "pequenos" e seus violões...

P.S.: Fico pensando quando o Chico vier...serão R$ 200,00 mas individual...

Anônimo disse...

tá 50 pilas o ingresso, né?

Lafayette disse...

Eu vou de ônibus. Passa lá no meu e veja o motivo, caro Juva.

Anônimo disse...

Gostaria muito de ir, mas com esse preço, tá difícil.
Será que o Sr. Juvêncio não tem nem um convitezinho sobrando?

abs

Jorge Alves

Anônimo disse...

11:26 AM, se não arrumar 50 paus de cada amigo pra ir a um show desse nível, faz assim, ó: busca o cantinho da esquina, senta numa caixa de cerveja no primeiro barzinho e tome pileque de 51, ouvindo o Edu pela Cultura. rsrsr

BOM DE CANECO

Anônimo disse...

Qualquer boate de Belém sem música ao vivo , e sem cuso de passagem hospedagem , sonorização, diárias de alimentação ,transporte local , mídia e outras despesas custa $50,00. Para um show o preço é bom ,lembro que um show no Rio e São PAulo não tem os mesmos custo de Belém ,a começar por passsagens aéreas

Anônimo disse...

CPI do Hangar, JÁ!!!

Quero ver qual o deputado corajoso que já tem por obrigação propor tal CPI.

Anônimo disse...

Juca,

Essa notícia foi pulicada agora de manhã na Folha On Line.

A postura do PMDB nacional frente ao governo federal pode ajudar a entender a tensão local entre o partido do deputado e o PT local.

O PT não tem candidato para 2010, isso faz com que o casamento entre em crise, afinal de contas o noivo sabe que a noiva perderá a chave do cofre em dois anos.

Notícia da Folha:

"Agora é oficial: o PMDB formalizou nesta quarta-feira a decisão de lançar candidato à presidência do Senado em fevereiro de 2009. O partido ainda não definiu o nome do senador que vai disputar com o petista Tião Viana (PT-AC) o comando da Casa Legislativa.

A repórter da Folha Online em Brasília Gabriela Guerreiro relata que, por unanimidade, os 20 integrantes da bancada do PMDB decidiram que o partido, por reunir o maior número de senadores, tem o direito de lançar candidato à presidência."

Luiz Guilherme Costa disse...

Meu caro e velho amigo de guerra Juvêncio. Tudo bem!

Agradeço a nota de divulgação do show do Edu Lobo, em Belém, no teu Blog. Mas, tenho um comentário crítico ao ser humano Edu Lobo. Nada sobre o músico, compositor de obras primas.
Conheci pessoalmente Edu Lobo, em 1978, no projeto Pixinguinha ao lado do quarteto vocal Boca Livre no Teatro da Paz. Eu era funcionário da Secretaria de Cultura, lotado no Teatro, como técnico de som, entre 1977 e 1984. Hoje estou na Funtelpa - Rádio Cultura FM. À época, profissional, não tive contato pessoal com o grande Edu. Porem, tornei-me amigo do grupo vocal Boca Livre, em início de carreira. Trinta anos após, eu e o pessoal do Boca, somos irmãos e amigos. Admiro-os, não só pelo trabalho mas, pela personalidade, caráter, humildade, simplicidade e dignidade dos verdadeiros artistas, Maurício Maestro, Zé Renato, David Tygel e Lourenço Baeta. Considero a formação do Boca Livre interativa e perfeita.
Ano passado, sonhei trazer o Boca Livre e Edu Lobo, juntos, pra realizar um show em Belém. Não deu certo.
Apenas o Boca Livre veio ao Teatro da Paz.
Ali, no mesmo lugar que consagrou Edu e Boca, no show memorável de 1978, que lotou os 850 lugares do Teatro da Paz, o Boca fez a platéia delirar relembrando, 30 anos passados, o grande sucesso que o grupo alcançou. Os agradecimentos ao público que nunca os esqueceu tinham reconhecimento. Esses são os verdadeiros artistas! Não esquecem o seu público. Não escondem o rosto com a máscara fria da fama.
Pois bem, o sonho continuou.
Com coragem, eu e alguns patrocinadores e parceiros decidimos trazer Edu Lobo, meu ídolo até então, para uma apresentação em Belém, acompanhado dos seus músicos maravilhosos. Durante 3 meses enfrentamos todas as dificuldades. Não desistimos. A paixão pela obras primas do cantor e compositor não deixou que desistíssemos. Trouxemos Edu Lobo. Realizamos o velho sonho.
Das mordomias exigidas no contrato a única não cumprida foi o Hotel. Solicitado um hotel 5 estrelas entrei em contato com a produção e pedi ajuda na troca por um 4 estrelas (Regente Hotel), onde tínhamos apoio para pagamento das diárias. A produção questionou, mas aquiesceu.
Sexta feira, 05 de dezembro de 2008, lua crescente, Dia Internacional do Voluntário, 14:00, Aeroporto Internacinal de Val-de-Cans, eu, Luizão, estava preparado para receber o consagrado Edu artista e sua equipe, nos respectivos transportes exigidos em contrato: uma van e um carro executivo.
Diante do ídolo, ao lado da sua produtora, apresentei-me e, entusiasmado, relembrei a histórica data no Teatro da Paz, 30 anos passados. Meu contratado artista resmungou 3 palavras e entrou no automóvel. Os músicos que o acompanham entraram na Van
No Hotel Regente, a primeira confusão. Meu ídolo não gostou da “espelunca”, palavras da simpática produtora, Hotel Regente. Caprichoso exigiu o Hilton. Apesar da aquiescência anterior nós, agora, concordamos em mudar a acomodação da estrela. De forma solerte e capciosa, só soubemos após, a produtora, nervosa e ladina, acomodou o seu melindroso artista em Suíte Presidencial. Infeliz surpresa na hora de pagarmos a conta.
A estrela máxima, Edu Lobo, recusou-se, através da sua delicada produtora, de qualquer entrevista com a imprensa. Um dos motivos seria o elevado desgaste que o compositor sofrera quando precisou deslocar-se do Regente ao Hilton. Devemos considerar que a nossa maravilha não carregou as bagagens.
Pensei na quantidade de músicas bonitas do Edu, olhei aquele rosto bochechudo e simpático de menino sereno inteligente e cai na verdade do ostracismo que ele habita.
O sucesso só é perene aos simpáticos. Mesmo compositores e músicos que vivem de trabalhos passados.
O show foi bonito. Muita gente. E no final uma ducha: Edu só voltou ao palco para o bis – e olha que a massa gritava, pedindo – por interferência da simpática produtora que transmitiu ao pé do ouvido do bardo o que todo mundo pedia. E ainda assim, nossa estrela melindrosa voltou ao palco exibindo um sorriso sarcástico e cínico de desprezo ao público.
Edu Lobo passou 30 anos sem vir a Belém. Ao voltar comportou-se como bicho do mato. Belém é quente, também do calor das pessoas. O povo não fede.
A obra do músico Edu é irretocável. O comportamento do humano Edu Lobo é deplorável.
Continuamos fãs do artista, mas é melhor que o escutemos somente através de gravações.
Um abraço.
Luizão