25.4.09

Cargill na Berlinda

No blog do Jeso, que amanhã dará passos decisivos nos campeonatos paroara e carioca

A matéria nº 1 da edição da Gazeta que chega hoje às bancas é do tipo Coca-Cola fecha fábrica em Santarém.
Revela o interesse da
Cargill em vender o porto graneleiro da empresa em Santarém, no qual investiu cerca de 20 milhões de dólares e que é pivô de um briga judicial que se arrasta há 9 anos entre MPF (Ministério Público Federal), de um lado, e União, Estado do Pará e a multinacional norte-americana, de outro.
A venda foi noticiada na edição (apenas para assinantes) de quinta-feira, 23, do
Relatório Reservado, uma publicação do Rio de Janeiro, com 40 anos de existência e voltada para finanças e negócios.
A Cargill, ouvida pelo semanário tapajônico no final da tarde de ontem, negou que o terminal esteja à venda
.

3 comentários:

Val-André Mutran disse...

A Cargill está em crise na Matriz e na época das "vacas gordas" acreditou nas políticas de incentivo ao agronegócio no Pará.
Vou ser mais didático.
Há coisa de alguns anos atrás fui surpreendido com uma ligação de um executivo que antes de se identificar, confirmou meus dados! (isso mesmo) ao continuar a prosa.
Confirmei, irritadíssimo, que o número ao qual o elemento ligou era mesmo meu.
Confirmei, ainda, que meu nome era o indivíduo que o outro lado da linha queria realmente falar.
Putíssimo já estava com tal contato. Atalhei a tagarelice do sujeito e perguntei:
ô (...) é aí? Qual é o papo, heim?
Eis que o dito começou a conter-me uma história bíblica.
Desliguei.
O carrapato ligou de volta com o seguinte papo:
- Tens um carro à tua escolha para me informar sobre isso e aquilo.
Respondi ao anônimo lobista:
Da minha escolha?
Ele disse:
Qualquer carro!
Eu engatei:
Quero um trator igualzinho eu vi lá na Serra dos Carajás. É um bichão que quando a gente olha pra cima, perde até a vista.
- Ele desligou.
Nunca mais me ligou.
Retormei em seguida a ligação no número que aparecia no visor de meu celular.
Era um número clonado!
Seráque era clonado?

Anônimo disse...

Vender? A Cargill tem é que desmontar o monstrengo construído contra à revelia da lei e indenizar o município de Santarém pela agressão ao meio ambiente e ao Estado com os prejuízos causados com a construção do terminal graneleiro, que induziu a vinda de sojeiros que destruíram a floresta, contaminaram o solo e os rios e ainda causam conflito na cidade.

Anônimo disse...

Desmonte já! Investimentos em práticas econômicas sustentáveis.