20.4.09

Dança Comigo

Quando receber a clipagem dos blogs amanhã, a governadora Ana Julia vai ficar toda vaidosa.

20 comentários:

Anônimo disse...

Pesado, coerente e verdadeiro.
Pena que os Petistas Históricos do Pará, aqueles que tem a ideologia nas veias, tenham que passar por tamanha decepção provocada por petistas de última hora ou com desvios de caráter que na primeira oportunidade mostram suas verdadeiras caras.

Diógenes Brandão disse...

Será mesmo? Tenho cá minhas dúvidas.

Mas considero salutar que nossos representantes (e suas assessorias, quem muitas vezes acaba falando pelos líderes) considerem o tom poético e até um tanto quanto abusado do rapazinho...

No mais, é de considerar que Santarém está precisando de algo, algo que seja pro bem daquele povo que há meses não sabe pra onde vai, nem pra que veio a atual gestão e a futura eleição que se espreita.

Reinaldo disse...

O rapaz conseguiu dá seu recado político, mas quanto ao conteúdo "afrodisíaco" digamos assim, deixou a desejar e não precisava de um tom tão vulgar para se referir a uma autoridade [sou antipetista e não morro de amores pela pessoa da governadora] que seja quem for precisa ser tratada com um pouco mais de polidez. Voltando à política, nunca se viu na história desse estado um governo tão incomPTente e engessado pelas disputas internas entre governo e basa aliada.

Anônimo disse...

É de uma tremenda grosseria!

Juvencio de Arruda disse...

Achei elegantíssimo, sincero, naturalmente corajoso.
Vc não gostaria de dançar com a governadora?
Vou reproduzir, especialmente pra vc, aqui o comentário que fiz na caixinha do blog do Jeso.
Bom feriado.

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Apolinário mostra o negativo da fotografia da cena santarena.
Traz à superfície, psicanaliticamente, a admiração de um homem por uma mulher e sacode a hipocrisia dos que gostariam de fazer, com mesma naturalidade e elegância, a corte à uma mulher bonita, solteira, resolvida, e que dança muito bem.
E que também é a governadora do estado.
Apolinário escreve hoje, na minha modesta opinião, os mais belos roteiros de artigos deste blog.
E acende, com muita calma e non sense, as luzes desta cidade.
Apolinário, acho que em sua próxima viagem à Santarém, a governadora vai aceitar seu honroso e sincero convite para dançar. Estou certo que vc dançará com mesma elegância com que a convidou.Ela merece.
E vc também.
Abs saudosos pra vc.

Anônimo disse...

"Elegante" porque não é com a mãe dele.

Juvencio de Arruda disse...

Como vc desejaria que convidassem a sra. sua mãe para dançar?
Escreva um convite elegante e comentaremos seu estilo.
Na boa.

Anônimo disse...

Não se trata do "convite" para dançar. O preâmbulo da cobrança política - esta, sim, legítima - é pura grosseria e preconceito machistas, disfarçados de uma pretensa ironia sem sutilezas, que causam mais constrangimentos do que prazer na leitura. Prefiro o seu "com todo o respeito" do que essa tentaiva de dar "estilo" ao insulto de mau gosto.

Anônimo disse...

A maneira como se convida alguém para qualquer programa, depende da postura desse alguém...
Venhamos e convenhamos, "pessoa física" pode tudo o que a lei permite; "chefe de governo", tem que manter uma postura mais decatada e tentar, ao máximo, não se expor, pois queira ou não, deve se preservar e preservar o estado que representa.

Juvencio de Arruda disse...

Obrigado por sua preferência ao bordão que uso, copiado do Ancelmo Goés.

Juvencio de Arruda disse...

Estado nenhum jamais conseguiu remover o individualismo. Este é um "pedágio" da Teoria Liberal.
A condição de governadora da sra. Ana Julia não é nem predecente nem maior que a sua condição humana, e de gênero.
Ela tem todo o direito de dançar, bonita e cheirosa como detectou Apolinário. Ela gosta de dançar. Essa é uma prerrogativa pessoal.
E de governar, uma delegação da maioria.
São dimensões diferentes, que se interpenetram, concordo, mas não a ponto de impedi-la de fazê-lo.
E Apolinário tem todo o direito de querer ser seu par numa "parte", como se diz no interior.
Se outros podem dançar com ela, por que ele não? Basta que ela queira. Ela tb tem todo o direito de recusar o convite.
E o que acho, respeitando sua opinião, das 11:49.

Anônimo disse...

Neste estado existe gente de respeito que já dançou com a governadora.

Disse "de respeito".

Anônimo disse...

Confesso, que pela primeira vez na minha vida, eu conseguir ler um texto muito louco é até certo ponto engraçado, com um toque sutil da realidade. Parabéns a esse louco realista, que conseguiu unir com perfeita maestria, o sulrealismo do pífio e vergonhoso Governo Ana Julia (fraquinha) Carepa.

Lafayette disse...

Ana Júlia é uma mulher, bonita pra uns, governadora pra outros.

Penso que Apolinário chama a Ana Júlia para dançar a "dança política" em Santarém, que, na visão dele, está ali, sentada no fundo do salão, esperando um gesto para a contra-dança.

E, acho, pois não conheço-o (como diria meu avô: "não sei as intenções do cabra" rsrs), no seu estilo, convida-a para um face-to-face ao som de uma boa valsa do mestre Isoca.

Anônimo disse...

Prezado Juvencio,

Aquelas / aquelas que apresentaram suas versões hipócritas e contrárias as manifestações puras e sinceras de um ilustre mocorongo, sobre a mulher Ana Júlia por gostar de dançar, quero registrar minhos opacas observações. Ela dança por sinal muito bem, claro, dependendo do parceiro. A dança, na visão dos estudiosos, desperta desejos contidos e incontidos, pela sua maneira brejeira e sensual, de modo especial quando rebola ao ritmo do carimbó. Isto não é pecado nenhum, até porque a dança é uma forma de manifestação corporal inventada pelos Deuses do Olimpo, no sentido de manter despertados os desejos e paixões do ser humano. Na cultura árabe,por exemplo, da "Dança do Ventre" que só as odaliscas sabem demonstrar com beleza e sensualidade,através de sequências rítmicas dos movimentos anatômicos dos músculos anteriores do abdomen e evoluções do quadril da mulher. Na dança do carimbó a mulher paraense, especialmente, também desperta paixões e desejos ao expor sua beleza através do rebolado do quadril e da beleza das pantorrilhas (pernas grossas), além do ir e vir das mamas que saltam na cadência da dança, dentre outras manifestações sensuais. Quanto ao André Farias meu caro Apolinário esqueça esse pobre rapaz, que "quer porque quer" ser deputado de qualquer jeito.Que com essa fixação e falta de conhecimentos a fins deixou a SEIR a deriva. A coisa não funciona assim, principalmente quando age preconceituosamente com a região do Baixo-Amazonas como "separatista". A História brevemente vai mostrar que esse povo está com a razão de pugnar pelos seus destinos político-administrtivos. Quanto a Ana Júlia, mulher-governadora, continuo em silêncio obsequioso, uma vez que ela fez opção pelos "pobres de espirito e despreparados" (na fala de um importante membro da sua equipe de governo). Se o governo está sem rumo e ainda pode se encontar para o bem dos paraenses, só o tempo dirá. Parabéns mocorongo pela beleza do tema.

Prof. Alan disse...

Juvencio, Mano Velho, eu só queria acrescentar uma coisa, um apelo por Santarém: sou belenense, mas morro de amores pela Pérola, que além de ter Alter do Chão é uma cidade maravilhosa. Lá comi alguns dos melhores peixes fritos da minha vida. Fiz amigos diletos oriundos daquela bela cidade - já tive até namoradas mocorongas...

Santarém tem hoje em torno de 280 mil habitantes. E é a única cidade brasileira com mais de 200 mil habitantes que não tem ligação à capital estadual por via rodoviária...

Pelo asfalto Santarém-Belém (porque estrada existe) já!

Anônimo disse...

Bem, pelo texto dele, a gente fica sabendo que:

a) Apolinário não é separatista, ele apenas quer a separação;

b) Apolinário considera Ana Júlia culpada pelo modo como a imprensa de Belém trata o vice-governador;

c) Apolinário também considera Ana Júlia culpada pelas recentes decisões da Justiça Eleitoral referentes a Maria do Carmo;

d) por via de conseqüência, Ana Júlia também é culpada do fato de Santarém estar sem governo, já que -- por culpa de Ana Júlia, evidentemente -- o atual, ocupante do cargo de prefeito é um despreparado (tudo segundo Apolinário).

Ainda bem que Apolinário não considera Ana Júlia culpada:

a) pelo modo como o mesmo vice governador Odair atrai a atenção da imprensa (e torra as holandas de boa parte da população);

b) pelo modo como a mesma Justiça Eleitoral se comportou em relação a um certo Sr. Simão Jatene.

No mais, acho que Apolinário está certo. Belém exercita um centralismo político e econômico que prejudica as demais regiões do Estado.

Por isto é que Belém é o que é: uma cidade rica, pujuante, limpa, cheirosa, bem urbanizada, segura, com elevadíssimo grau de sanitarismo, redes de ensino público e de proteção à saúde impecáveis e etc (principalmente etc).

Com a separação, isso vai acabar! Com a separação, vai acabar a política predatória que o Brasil exerce sobre a Amazônia em geral e o Pará em particular.

A Vale que se prepare! Com a separação, a Vale vai ver o que é bom...

Afinal, todos sabem que os políticos do Oeste do Pará sempre se posicionaram contra essa política, não é mesmo?

Todos sabem que os políticos do Oeste do Pará em nada contribuíram para que essa política se estabelecesse, não é mesmo?

Foi tudo culpa de Belém...

Não é mesmo?

Pinky disse...

Juca, confesso que não li. Apenas os primeiros parágrafos. Não tive vontade de continuar. Mas eu respeito o seu bom gosto. rs. Mas, assim, eu não dançaria com o Apolinário! rsrs. Tenho medo dele.

Anônimo disse...

Viva a dançarina, abaixo a governadora! rs
Pé de Valsa

Anônimo disse...

Juca,

O mestre Houaiss identifica "elegância" com um tipo d eprocedimento que revela "cortesia, distinção; decoro, fineza, gentilea".

O texto, escrito pelo Sr. Apolinário, vagueia ora por expressões gentis (elegantes, como vc mencionou), ora parece ser groseiro, indelicado, desreipeitoso, vulgar.

No conjunto o texto me parece limitado.

A pessoa que ocupa função pública devem ser cobrada publicamente sobre os temas relacionados ao exercício do cargo que ocupa. Mas deve ser respeitada nos temas que dizem respeito a vida privada, especialmente quando estas condutas não produzem efeitos adversos sobre os atos práticados no exercício da função pública.

Prof. Ludovico