30.4.09

TAC Verga Prefeito

Sob a manchete Prefeitura Anuncia Solução, na página 5 do primeiro caderno, o Correio do Tocantins informa que os procuradores do Trabalho em Marabá firmaram um TAC para contratação de 670 garis em caráter temporário, enquanto a prefeitura realzia a contratração de uma lixeira, desta vez sob a forma de licitação, que o prefeito Maurino Magalhães se recusava a fazer.
A solução - anunciada pelo jornal cujo filho do dono é o secretário de Comunicação da prefeitura - na verdade, foi a única saída de Maurino.

9 comentários:

Anônimo disse...

Caro Juva,
Gostaria de saber qual a opinião, do blog, em relação ao pronunciamento, público, do Deputado Parsifal Pontes, que cobra "mais atenção do governo" em relação as demandas, do seu Partido PMDB?

Juvencio de Arruda disse...

A opinião do blog está resumida, iversamente, no título do post.

Anônimo disse...

Juvencio, a sua resposta foi muita vaga em relação a importancia que o assunto merece.
Mas, se o assunto é isgnificantes, ao ponto de merecer um destaque no blog, só temos que respeitar o seu ponto de vista, apesar de não concordarmos.

Juvencio de Arruda disse...

Meu querido anônimo, obrigado por seu respeito. Vou adoçá-lo um pouco mais.

É claro que a cantata na qual o preclaro deputado Parsifal é o barítono, não estão refletidas, a rigor, razões republicanas estrito senso.
Nem teve nada de devastador ou corrosivo como quer fazer crer o Repórter Diário, que agride a inteligência do leitor mediano - deste blog, ao menos - ao dizer, na primeira das três notas de hoje, que o Sobrancelhudo "tomou conhecimento do discurso em Brasília".
Rá, rá e rá...
O próprio Parsifal, em uma deliciosa sequência de postagens contando os bastidores da composição da mesa da AL, em dezembro, revelou como se desenrola a articulação entre o Internacional e a bancada da legenda.
A terceira nota do RD mostra, pra quem sabe ler, é claro, o que estou dizendo. É a mais imortante das três, e quer dizer: vejam como somos os gostosões.Batemos os pezinhos e a governadora puxa a orelka de seus secretariozinhos.
Podem ser sim os bonitos, não duvido, embora nem sempre assim se apresentem, como neste caso.
Por meio dela, da cantata parsifônica, entretanto, há uma pressão peemedebista na direção de maiores espaços, numa antecipação das condições que estarão pactuadas, ou não, na próxima mesa sucesória.
O deputado Salame já ensaiou esta partitura no ano passado, e apanhou mais do que boi fujão por uma entrevista que concedeu à repórter Irna Cavalcante, do IVCezal.
O assunto merece importância sim, mas não com estes argumentos apresentados ontem.
Quando as vozes se elevarem com a dose certa dos ingedientes republicanos, e se isso acontecer, eu comentarei com meus queridos e respeitosos leitores.
Enquanto estiverem no nível da política mais cotidiana, por assim dizer, em respeito a vcs, leitores, vou me abster de grandes postagens, preferindo sugerir, no título ou mesmo nos textos, meu humilde entendimento da questão.
Tá bom pra vc?
Abs

Anônimo disse...

Agora, sim, me sinto por satisfeito. Te provoquei, apenas no intuito de ouvir (ler), a maestria sinfonica, que lhe é peculiar ao analisar o teatro "Parsifonico", enredado pelo JB.
O resto (Jornalecos) é conversa pra Boi dormir.

Grato.

Anônimo disse...

Realmente, o Preeito Maurino não tinha saída. O eventual TAC a sr firmado entre o MPT e a Prefeitura de Marabá, além de autorizar a contratação temporária, exige a realização de concurso público para contratação dos garis, no prazo de noventa dias. Nada de terceirização da coleta de lixo, como exigiam os financiadores da campanha de Maurino. Nada de licitação para contratar a lixeira, pois.

Anônimo disse...

O problema é o que fazer com essa garizada que está nas ruas, pq se fizer concurso público, não passa 10%, infelizmente

Anônimo disse...

Ei, Vamos mandar alguém do Pará pra lá pedir intervenção no município e o impeachement do prefeito????(rá,rá e rá)*
*emprestado do post

Anônimo disse...

Depois dos garis do lixo...

Esperem pelos "garis" contratados a toneladas para trabalharem nas repartições da Prefeitura de Marabá.

Tem "gari" pastor, "gari" advogados e até "gari" fantasma.

É o Ministério Público Estadual passando a limpo a lixeira da administração Maurino.