23.4.09

De Olho Nas Urnas

Diante do pedido de intervenção federal no Pará, formulado pela senadora Kátia Abreu (DEM-TO), cabe perguntar aos senadores tucanos Flexa Ribeiro e Mário Tapiocouto o que acham da iniciativa.
Como é que Tapiocouto avalia o impacto de se apresentar ao povo paraense na condição de candidato ao governo ano que vem, sancionando o desejo corporativo da senadora de outro estado?
E Flexa, pela mesma razão, acha que os eleitores vão reelegê-lo senador?
Por que a dupla não pede diretamente a intervenção? Pega mal, é? Jader não deixa?
E por isso preferiram se esconder, e seus interesses eleitorais, debaixo das saias da senadora do outro estado?
O blog aguarda as manifestações dos citados, querendo.

42 comentários:

Waleska Fernandes disse...

A imprensa não vai questionar?
Alguém me corrija se eu estiver enganada, mas ainda não vi nenhum veículo questionar a tentativa de homicídio clara que houve na fazenda do Daniel Dantas, em Xinguara, dias atrás.

Estou bem decepcionada com a cobertura jornalística do caso. Os jagunços do banqueiro atiravam incessantemente contra homens que "só" tinham paus nas mãos e corriam de costas, e ninguém falou uma linha sobre a tentativa de assassinato ousada, na frente de uma câmera de televisão.

Não, aquilo não foi legítima defesa... Seria se os sem-terra significassem de fato uma ameaça para um grupo armado de pistolas. Não eram. Eles correram, entraram na fazenda e, ainda assim, foram mirados sem trégua. Quer rever para tirar a prova? Clica aqui.

Os jornais noticiam o fato como um "conflito", mas que conflito é esse que de um lado estão homens com paus e do outro, homens armados com pistolas e espingardas? Houve nitidamente uma tentativa de homicídio (as cenas são claras!) e ninguém mostrou qualquer inquietação sobre isso na imprensa. A Globo, com seu discurso sempre anti-movimentos sociais, apela ao sensacional da cena, sem falar na tentativa clara de um massacre testemunhada por todos os brasileiros que viram aquilo.

Não estou aqui querendo dizer que no MST só tem santo, mas o carro que a equipe de jagunços que o Daniel Dantas usava tinha escrito (e bem grande) Escolta ARMADA. Se tiveram coragem de agir assim na frente de uma câmera, imagine o que teriam coragem de fazer sem o registro....

Ok, a questão crucial do quase massacre vai muito além. O debate é muito mais amplo. Mas este post é, acima de tudo, sobre a limitada cobertura do fato.

E o jornalista que teve a chance de testemunhar tudo e, como tal, impedir que essa desgraça acontecesse, preferiu se dizer vítima de um suposto "escudo humano"...
Waleska Fernandes

Anônimo disse...

É bom que se diga, que o outro lado também estava armado. Houve troca de tiros, Bandidos de um lado e bandidos do outro e a polícia de lado nenhum. É preciso separar movimentos sociais de banditismo, ok?

Anônimo disse...

Será que a comentarista Waleska víu as mesmas imagens que a plebe rude assistíu?
Meus olhos viram pelo menos dois (02) canos bem longos, de trabucos, nas mãos dos "trabalhadores rurais sem terra".
Infelizmente, os dois lados primam pela estupidez e violência.
É isso.

Juvencio de Arruda disse...

Era desequilibrada a contenda, vide a origem das vítimas.
E concordo com vc, é preciso separar o banditismo de todo e qualquer movimento, social e patronal.
Se o trabalho de separação começar pelos que roubaram a terra do Estado e da União, descomprime.
Qualquer outra solução será fadada ao insucesso. O conflito prosseguirá.
A História mostrou isso a todos os países que já resolveram o conflito fundiário, coisa de 100 anos atrás. Mas 100 anos mesmo.

Anônimo disse...

No caso de roubo de terra , quem foi o ladrão.Benedito ou Dantas!
att.

Anônimo disse...

A verdade é que desde que o governo estadual inicioui o processo contra as fazendas de Daniel Dantas,alegando que estas na verdade pertencem ao estado, resultando inclusive no bloqueio de suas matrículas, é que a tropa de choque do DD entrou em campo. A senadora Kátia Abreu tem suas campanhas financiadas pelo Opportunity como já foi amplamente divulgado, não passa de mais uma capanga do Dantas, infelizmente com o mandato de senadora - por Goiás.

Anônimo disse...

Roubo de terras? Não é bem assim!

Anônimo disse...

A WALESKA,,


acho que vc nao viu a reportagem..
ambos os lados estavam armados...


e digo mais.. os seguranças do safado do DANIEL DANTAS apenas se defenderam

Ivan

Anônimo disse...

Essa senadora divia voltar pra casa de mademe sofia, de onde nunca deveria ter saido.
Quanto será que o DD pagou?

Anônimo disse...

Ela é capanga do DD assim como o é o sr. Zé Eduardo Cardoso, candidato da DS, tendência da Ana Júlia, a presidência nacional do PT em 2007 e de novo será agora em 2009.

Anônimo disse...

Quem viu o Puty dando entrevista para a Globo nervoso e inseguro falando que nesse estado se faz reintegração de posse e se respeita e lei se questiona pra que lado do muro pende a Terra de Direitos...Ele esqueceu de falar tb porque sua administração não faz um mísero esforço pela reforma agrária. Por isso o conflito se aprofunda e a política de cima do muro só leva ao Pará a mais desgraças.

Anônimo disse...

Juca, pq O Flexa e o Couto não podem se somar aos esforços da Kátia Abreu já? Pq pegaria mal fazer sozinho, por acaso estams falando de uma governadora muito popular? A questão não é se o Jáder deixa ou não, é se a posição da senadora é certa ou errada.
Uma intervenção pelo menos pautaria seriamente a questão agrária na agenda central, levando o desgoverno a fazer a alguma coisa pelo pobre povo sem-terra

Fabiano Rodrigues disse...

essa ruralistazinha quer é aparecer. Porque ela não se manca e vai voltar pro Tocantins que é um Estado que o povo não revindica nada e vive em uma miséria profunda.

Anônimo disse...

Jornalistas também tomam posição política, mesmo quando são "convencidos" desse propósito.

Um avião fretado pelos donos da fazenda Santa Bárbara saiu de Marabá com os funcionários das ORM’s e fez escala em Parauapebas para “pegar” outro grupo de Jornalistas de veículos impressos antes de aterrissar na citada fazenda, pouco antes das 13 horas do último sábado dia 18/04.

Supostamente para “registrar” os saques, matança de gado e apropriação de equipamentos da fazenda.

Da entrada da fazenda, local do acampamento do MST, às margens da PA-150 até a sede da fazenda são aproximadamente 35 Km. O local onde o conflito se deu fica a 4 Km desta entrada, num local conhecido com retiro, onde se pesa o gado antes de ir para os frigoríficos da região. O caminhão que os fazendeiros dizem que foi roubado pelo MST, segundo o proprio MST tinha sido cedido por funcionários da fazenda. Naquele sábado pela manhã, os sem-terra estavam construindo a escola do acampamento, por isso, tinham ido à mata retirar madeira e palha.
Em nenhum momento a tese de "escudo" humano foi defendida pelos proprietários da fazenda e/ou reconhecida pelo MST, a não ser é claro, pelos funcionários das ORM's. Esse discurso foi tangenciado quando falaram ao Jornal Folha de São Paulo: “...o repórter Vítor Haor, da TV Liberal (afiliada da Rede Globo). Questionado se permaneceu como refém, Haor afirmou: "Na medida em que nós estávamos dentro da fazenda, sem poder sair, com medo de uma nova invasão, me senti ali acuado".
Sobre ter sido usado como "escudo", ele disse que foi uma "imposição" dos sem-terra que os jornalistas caminhassem à frente deles até a entrada da fazenda. Indagado se essa imposição prosseguiu na troca de tiros, disse: "Já tínhamos saído da frente [dos sem-terra]".
É recomendável ver as imagens. Se possível sem cortes. Em um primeiro momento o cinegrafista está do lado de dentro da propriedade separado dos sem-terra por uma cerca. Em seguida, ainda deste local (lado esquerdo do vídeo) há o registro da entrada dos sem terra e por fim, a imagens são registradas do lado de integrantes da "escolta armada" atirando sem párar.

Há suspeitas que entre os tais "seguranças" haja uma quantidade de pistoleiros, inclusive, o MST denunciou com pouca importância da mídia, um tal de "diva", muito conhecido na região de Xinguara, Redenção e Marabá.

Não é surpresa nem tampouco mereça espanto entender que movimentos sociais que mentém contradições com setores atrasados da sociedade brasileira (como os proprietários de terra) usem do confronto armado, quase sempre desigual para fazer valer suas reivindicações.

As estruturas jurídicas, o Estado, o poder econômico e etc... São obstáculos à Reforma Agrária, bandeira burguesa dos séculos 18 e 19. A impunidade é outro obstáculo, basta ver quantos assassinos e mandantes estão presos.

Historicamente as baixas têm sido maiores do lado dos sem-terra que do lado dos proprietários. Se há incitação ao conflito por parte dos sem-terra, também há do lado dos proprietários, vide ações e discursos da senadora (ex-UDR) Kátia Abreu (TO). No início deste mês, reuniu os fazendeiros da região do Sudeste e sul do Pará em Marabá e deu a ordem para “enfrentar à bala” as tentativas de ocupação de terras. Desse encontro há registros da participação de notáveis parlamentares, entre eles, Asdrúbal Bentes e Wandenkolk Gonçalves... A senadora Kátia Abreu, assim como o ministro do STF, Gilmar Mendes, são amigos do banqueiro Daniel Dantas (verdadeiro dono da Fazenda Santa Bárbara) que ri da nação com tantas benesses recebidas do ex-advogado geral da União em tempos de FHC e seus partidos de sustentação: DEM/PSDB, algozes do povo brasileiro que entregaram para dono do Oportunitty as estatais das telecomunicações e a CVRD.

As terras que Daniel Dantas diz serem suas, não são. Nunca foram e o governo do Pará está contestando a sua posse na justiça, através da Procuradoria Geral do Estado (PGE) e do Instituto de Terras do Pará (ITERPA), através de uma Ação Civil Pública (ACP) na Vara Agrária de Redenção em setembro de 2008, contra Benedito Mutran Filho, Agropecuária Santa Bárbara Xinguara S/A, Alcobaça Participações Ltda e Cláudia Dacier Lobato Prantera Mutran. Na ação a PGE e ITERPA pedem o bloqueio imediato dos títulos de terra das fazendas "Castanhal Espírito Santo” (Santa Bárbara atualmente) e "Castanhal Carajás", para que elas não sejam negociadas sob nenhuma condição; que o contrato de aforamento seja cancelado pela irregularidade nas execuções contratuais (desvirtuamento de finalidade) e que os réus, que estão em posse das terras, estejam sujeitos aos procedimentos legais de regularização fundiária das terras públicas, previstas na legislação estadual e federal.

Após análise de documentação através do ITERPA, verificou-se que a atividade original do aforamento, que é a extração de Castanha-do-Pará, foi deixada de lado para utilização da prática pecuarista. Antes de obter o ato de alienação definitiva, no dia 26 de dezembro de 2006 (fim do governo Simão Jatene/PSDB), junto ao ITERPA, através do ex-presidente, Benedito Mutran Filho fez contratos de promessa de compra e venda dos imóveis às empresas Santa Bárbara e Alcobaça. À época, o ato de alienação concedido pelo ITERPA em favor de Benedito Mutran Filho foi realizado sem qualquer autorização do chefe do Poder Executivo, o que caracteriza a sua nulidade. Além disso, Estado e ITERPA sustentam que está previsto na Constituição Federal de 1988, que terras públicas acima de dois mil e quinhentos hectares só podem ser vendidas com autorização prévia do Congresso Nacional, e cada uma das fazendas possuem mais de três mil hectares.

Liminar: O juiz Líbio Araújo de Moura, titular da Vara de Redenção deferiu liminar favorável ao Estado do Pará e Instituto de Terras do Pará (ITERPA), no dia 30.01.09, e bloqueou os títulos de terra das fazendas "Castanhal Espírito Santo" e "Castanhal Carajás", localizadas no município de Xinguará, sul do Pará.

Situação Atual: O processo está em andamento, tendo os requeridos apresentado contestação em 14.04/09. Os autos serão encaminhados ao juízo para despacho. A Procuradoria Geral do Estado aguarda a intimação para apresentação da réplica.

Os jornalistas que foram à fezenda Santa Barbara poderiam ter incluído no material jornalístico produzido essas informações que disponibilizei acima. Não são de total desconhecimento da opinião pública e certamente dariam um contexto diferenciado para a formação de opiniões. Sairiam do bang-bang e cumpririam papel decisivo no entendimento do conflito, suas origens e conseqüências.

Falta nesses tempos de “esquizofrenia” Lacaniana um pouco de bom senso e verdade no jornalismo praticado. Não é de um todo, mas certamente é cada vez mais preocupante a feição do jornalismo aos donos do poder. Os interesses não confessáveis (e até explícitos) tem ocupado o espaço privilegiado dos veículos brasileiros.

Perdemos todos com isso.

Um abraço.

Satchel Paige.

Anônimo disse...

O fato é que não temos senadores, mas vereadores federais!

Anônimo disse...

Nesta historia não tem artista, todos bandidos, mas não se deve dar apoio a quem em tese tem suas propriedades envadidas por este pessoal apoiado pelo PT do mensalão. A primeira coisa que o Governo deveria fazer era cortar o fornecimento de cestas eleitorais para este pessoal. Invasão dá voto para o PT.

. disse...

Égua!!!
Eu não postei isso aqui!
Juvêncio, tu sabes que só faço cometário via o meu login. Alguém pegou o meu texto do meu blog e o publicou aqui.

Bom, não me importo, é de fato a minha opinião, mas te peço que fiques mais atento. Quando aparecer "Waleiska Fernanades disse", já sabes que não sou eu. Eu sou a "oca que fala", tá?!

. disse...

Concordo com Fabiano Rodrigues!!!

Prof. Alan disse...

Anônimo das 1:53, reforma agrária não é competência do Estado, e sim da União (art. 184 da Constituição).

Sobre o nervoso do Puty eu peço permissão pra discordar, acho até que ele estava relaxado demais, o que não significa que ele estivesse seguro: na verdade acho que ninguém do governo estadual tem capacidade de avaliar a gravidade da situação. Ou se tem está muito confiado em algum poder oculto que os proteja na hora do vamos ver...

Anônimo disse...

É uma senadora sobre a qual pesa a acusação de ter sido financiada ilegalmente pela Confederação que preside, que, segunda a revista Veja, ganhou recentemente o apelido de Ivete Sangalo do Congresso, graças ao seu jeito barulhento de fazer política.

Anônimo disse...

Juvencio, rapá tu tem coragem até pra mamar em onça. Hehehe

Anônimo disse...

Quem é Katia Abreu, se não a menina de recado do lobby latifúndio do centro-oeste brasileiro. Região em que pequenos agricultores e índios são brutalmente expulsos de suas terras, indo inchar as periferias das cidades, transformando-se em mendigos, alcoólatras, mão-de-obra barata nos latifúndios ou trabalhadores escravos. Em que momento essa senhora mostrou algum projeto que beneficie a agricultura familiar, o barateamento dos alimentos, a reforma agrária, senão apenas apoiar a monocultura mecanizada que não gera emprego e concentra riquezas nas mãos de poucos, senão apoiar a criação de boi ou a devastação da floresta pra dar lugar a soja, eucalipto. O que falta é a rapaziada que tem coragem e vergonha na cara, defender a verdadeira reforma agrária e o combate à criminalização do MST.

Anônimo disse...

Juca,
Sobre a questão dos senadores Flexa Ribeiro e Mário Couto não se somarem à opinião da senadora Kátia Abreu, do Democratas, não tem nenhuma relação com as vontades do deputado Jáder Barbalho. Ambos os senadores tucanos, na melhor tradição democrática - defendida pelo PSDB, apenas respeitam o resultado imposto pelo jogo democrático fazendo política na oposição, lugar em que o povo do Pará reservou aos tucanos, denunciando os desmandos e o desgoverno da governadora Ana Júlia, que vc , bem informado que é, não preciso nem relatar.
Em relação ao conflito entre os seguranças da fazenda do Daniel Dantas e a milícia do MST, resta opinar da seguinte forma: nosso país está sob a égide do Estado Democrático de Direito, em que o Estado, deve, sim, proteger a propriedade privada e fazer valer as leis. O governo petista, que nada vem fazendo para impedir as tensões no campo - aliás não faz nada em lugar nenhum do estado do Pará - feriu de morte, o estado democrático de direito, conquistado à duras penas.
O romantismo do MST que tenta se passar pelo Robin Hood do campesinato foi desmascarado pelas lentes da imprensa para todo o Brasil ver. Se o Dantas grilou terras no Pará, cabe ao governo acionar os meios judiciais para comprovar sua alegação e conforme for o caso,pedir sua prisão. Da mesma forma os atos criminosos, covardes e antidemocráticos do MST também devem ser punidos com o mesmo rigor.
Um crime não justifica outro.
E é isso. Vou correr para não perder mais um capítulo da novela que o Brasil Central está encenando.Tchau tchau tchau tchau

Anônimo disse...

Não confunda o senador Mario Couto com esses seus xerimbabos que se prestam a ficar levando puxão de orelha por quem não tem moral.

Anônimo disse...

Isso é sensacionalismo que vai dar em nada..

Anônimo disse...

o quinta não vai comentar a história das 42 passagens que foram parar nas mãos do ex diretor do senado, onde estão envolvidos dois deputados federais, Nilson Pinto e José Geraldo ? quer dizer que a porrada só é no lombo do vic? parece até serviço prestado.

Juvencio de Arruda disse...

rs..ontem mesmo fui acusado de proteger o campeão paraense de passagens, o Vic.
Hpje de prestar serviços à Nilson Pinto e Zé Geraldo.
Decidam-se.

Anônimo disse...

você dizer que foi acusado de proteger o vic, depois de tudo que li aqui no quinta é muita hipocrisia.você protege outros muitos.o vic virou a geni aqui no seu quinta que se transformou em uma quermesse de meia dúzia elogiando a sua pessoa.e você se achando o professor de deus e juiz do universo. a máscara está a cair.

Juvencio de Arruda disse...

rsrs...tb acho muita hipocrisia dos que me acusam.
Espero o chororô dos outros. De todos os patifes que armam todas e se rasgam logo depois...ehehe.
Quanto a máscara, venha tirá-la. Vc sabe onde moro e trabalho.

Anônimo disse...

Juca, o que é democracia?
Pelo que tenho lido em algumas opiniões postadas aqui, algumas pessoas pensam ser sinonimo de todos pensarem e agirem aguais. Se a senadora Katia defende os ruralistas, isto está lá nos direitos do estado democrático.
Se ele defende a agricultura mecanizada está lá também.
Esta história de defender a democracia desde que seja para beneficiar só uma parcela da população, ou seja, todos somente fazendo projetos para esta parcela, não é democracia.
Todos nós temos o direito de termos a nossa voz ouvida em Brasília. Pobres e ricos. Urbanos e ruralistas. Sem terra, sem teto, com terra e com teto.
E que seria do estado em que os políticos só defendessem os sem terra?
Ou só os ruralistas?
Para isso a população é chamada a votar em seus representantes.
Outra coisa, o que há de errado em uma senadora de uma unidade federativa defender os (supostos) direitos dos ruralistas de outra unidade federativa? Flexa Ribeiro e Mario Couto talvez não tenham feito por discordarem da intervenção no Pará, assim como a maioria dos paraenses.
Mas se a senadora pensa que deve ter, está no direito dela pedir esta intervenção. Pedir não quer dizer que será aceita.
Ela pede, manifesta seu pensamento e é atendida ou não de acordo com o que julgam os procuradores.
Não é imposição é julgamento de mérito. Se não tiver o mérito será arquivado.
Estou vendo muita gente querendo surfar em marola.

Anônimo disse...

Juva: Vc não pode esclarecer mesmo o que os nossos federais Nilson Pinto e Zé Geraldo fizeram? Se for barbalhidade o que falta para termos esta noticia em seu blog com destaque. Parece que somente o nosso campeão de verbas é que ´fez tranquilinagem.
Prof. Macacauba.

Juvencio de Arruda disse...

Querida macacaúba, vc deve ter notado que o blog parou ontem pouco depois do meio dia. As primeiras notícias que li a respeito dos casos ue envolvem os deputados Zé geraldo e Nilson Pinto começaram a sair a partir do meio dia.
É claro que esclarecerei as notícias de Zé Geraldo e Nilson Pinto, quem sabe ainda hoje.
E assim, quem sabe, acalmar as macacaúbas e perobas tucano democratas, absolutamente enfurecidas por terem sido flagradas de calças curtas no episódio objeto deste post....eheh

Juvencio de Arruda disse...

Das 8:47, vc sabe muito bem, ou não lê blogs e joenais, que Tapiocouto, há tempos, fala em intervenção federal no Pará. Não se faça de desntendido. Não tiveram, ele e Flexa, a bolsa escrotal suficiente para assiná-la, mas isso não é novidade também.
Nada contra a senadora defender os ruralistas - pode retirar o supostamente sem problemas - como blog tomar posição contrparia a da senadora.
Conceito de democracia?
Que tal uma busca no Google?
Em todos eles vc vai encontra algo relacinado a maioria.
Pense neste conceito e tente enquadrar os ruralistas no meio dele. Se conseguir achar um link que diga que elss são maioria, ou que os grileiros são maioria, traga o link até aqui.
O resto é marola.

Anônimo disse...

marola tipo a do Lula. marola o cacete

Anônimo disse...

juvencio,sou um desses que adora ler seu blog,as vezes deprimente ,engraçado,esclarecedor,mas mesmo assim eu gosto,quero saber de onde se originoul este termo "terra grilada"é verdade que apos falsificar os documentos esses eram colocados dentro de uma caixa com grilos para terem o aspecto de antigo?vejo que a intenção do goveno militar na época era de colonizar a amazonia,para isto fez doações de terra para os fazendeiros que se aproveitaram e invadiram mais terras é isto?
Alex Colares

Juvencio de Arruda disse...

Alex, procure no Google a definição de grilagem e divirta-se.
Mas não muito, para não ficar deprimido.

Anônimo disse...

Juva: O que está faltando para o nosso Juvenil abrir a caixa preta e mostrar todas as bondades do nosso Tapiocouto? Será que ele terá coragem? O Tapiocouto para quem não sabe no quesito fantasia é nota 10, neste tempo todo de senado o que ele fez? Vc sabe?
Prof.Macacauba.

Juvencio de Arruda disse...

Só o que vazou superficialmente na imprensa e gerou o apelido do (agora) "senador do Tocantins".
Mas o presidente Juvenil poderá lhe responder se vc mandar um mail para contato no endereço http://www.alepa.pa.gov.br/alepa/faleconosco.php
Antecipo: pedem identificação por lá.
Aí a macacaúba pode entrar nas suas pretensões, viu professor?

Anônimo disse...

Juvencio, voce se acha o paladino da moralidade. O Rei da verdade e por falta de adjetivos, o próprio Cara. Para falar do Senador Coragem (Mário Couto)tu tens que fazer uma acepcia bucal, pois ele é o nosso brado forte, dentro daquela Casa de Leis. Tu tens que respeitar os 1.456.OOO de votos que os paraenses deram a ele. Tu Estas, mais, para magarefe da honra alheia, do que blogueiro.
Salve o Senador de Luta, que será o nosso futuro Governador. Te olha rapaz.

Juvencio de Arruda disse...

rsrs...
Se o senador Tapiocouto é o paladino da moralidade, então eu sou sim um magarefe da honra alheia.
E assim vc se acalma aí e eu informo aqui.

Anônimo disse...

Juva: Tá todo mundo ficando doido, declarar que o Senador de Tocantins Mario Tapiocouto e a moralidade em pessoa é querer duvidar da nossa inteligencia. É o mesmo que afirmar que este Governo da Ana dos Kits está trabalhando com seriedade. Segundo meus informantes ele ainda tem participação na Zootéca.

Anônimo disse...

Mario Tapiocouto é agora o novo Senador Coragem?
O ultimo que se intitulou assim acabou no escandalo da CDP!!!
Quase não se elege para a vereância!rsrs