3.4.09

Conluio

É de uma benevolência papal - não a do atual, claro - o editorial de ontem do Público que deposita esperanças no novo secretário de Saúde da capital, Antonio Vinagre, na prática retirado do cargo 24 horas após a posse pela intervenção decretada pela Justiça Federal.
E a primeira nota da coluna Primeiro Plano sugere um acordo entre o vereador Marquinho Terror (PT/DS) com a organização do prefeito criminoso.
De fato, tem gente de peso na DS e no governo estadual que acha que o prefeito não deve ser molestado.

6 comentários:

Anônimo disse...

Claro que existe interesse da DS, mas só da DS. O resto do PT - todinho - quer a CPI, ou seja, quer a saúde do povo de Belém. Juca, será que esse cuidado da DS (Marquinho) com o falsário tem milhõe$ de motivo$ ou tem a ver com medo do KIT estourar lá pelos lados da Alepa? Ou os dois?

Anônimo disse...

Isso me parece mais acordo por cima, não creio que o Vereador Marquinho recue um milimetro de sua posição. Afinal, depois da intervenção federal o falsário foi desmontado.

Anônimo disse...

Verdade mesmo é que a nossa Ana dos Kits e DIcionários está com medo de caso seja instalada a CPI da Saude em troco o pessoal que apoia o falsário pediria tambem uma para apurar as barbalhidades em seu desGoverno. É dando que se recebe!

Edir Gaya disse...

Prezado Juvêncio, se há benevolência no editorial ela é cidadã, proveniente da expectativa crítica de quem saúda uma mudança que pode contribuir para retirar a saúde do buraco em que ela foi enfiada em Belém. O editorial deixa claro, porém, que não é a imolação de Rejane Jatene que resolverá os graves problemas provocados pela gestão do SUS no âmbito do município. Aliás, não é curioso que o juiz federal Antônio Campelo tenha adotado exatamente as medidas que elencamos como necessárias para se resolver o caos na saúde municipal - verba liberada com a anuência da justiça e a exigência de uma comissão tripartite (União, Estado e município), com a supervisão do Ministério Público Federal para acompanhar a aplicação do dinheiro?
Nossa responsabilidade com a coisa pública não nos permite ser levianos a ponto de recepcionar o novo secretário municipal de Saúde de Belém de outra forma que não seja com a exigência crítica e participativa de uma solução para a crise da saúde pública de nossa capital, da qual nos consideramos partícipes inclusive como usuários, como evidencia de forma cristalina o editorial escrito no calor dos acontecimentos, em um périplo por algumas unidades de saúde, acompanhando uma criança adoecida. Quanto à perspectiva de acordos políticos, mesmo entre partidos adversários, em torno de soluções urgentes para a saúde pública municipal, consideramos natural e saudável que o vereador Marquinho do PT se aproxime do colega de parlamento Antônio Vinagre (PTB) para discutir questões fundamentais e necessárias à resolução dos problemas da saúde municipal. Afinal, os dois foram eleitos exatamente para isso, além do fato de integrarem agremiações que compõem a base aliada tanto do governo federal como do governo estadual. Não somos adeptos do quanto pior melhor, não acreditamos em teorias conspiratória e nem avalizamos acusações sobre fatos que não testemunhamos ou não se fundamentam em indícios, evidências ou provas consusbstanciadas por inquéritos policiais, denúncias à Justiça ou em sentenças transitadas em julgado.

Um abraço fraterno.
Edir Gaya
Diretor de Redação do Público

Juvencio de Arruda disse...

Edyr, camarada, obrigado por sua atenção o blog e seus leitores.
Amanhã seu comentário vai à ribalta, junto com os meus, também fraternos como o abs que lhe mando.

Anônimo disse...

No LIberal de hoje (05.04) diz que o Marquinho foi chamado as falas e é para ele maneirar com o falsário. A Ana dos Kits e Dicionários está com medo da CPI na Assembleia. Um ditado diz que tem c. tem medo. Mas aqui pra nós este é um acordo sórdido, viu Vereador Marquinho. Espero que tal noticia não seja verdadeira e sim um balão de ensaio.