5.4.09

Desproporção

A jornalista Ana Célia Pinheiro publica em seu blog o levantamento das verbas dispendidas pelo governo do Pará sem licitação e com licitação. De cada R$ 3,00 somente R$ 1,00 teria sido gasto por meio de processos licitatórios.
O IVCezal, mais uma vez, não quis a matéria.

19 comentários:

Anônimo disse...

Juvêncio,
A matéria da Ana Célia não sai, está embargada, mas serve como moeda de troca no balcão de negócios em que se transformou a pocilga. A jornalista é séria, mas seu trabalho é usado pelos mercadores deo IVCezal. Uma vergonha para a imprensa do Pará.
Bom domingo

Juvencio de Arruda disse...

É a terceira vez em dois meses.
Quem sabe o Público pega a pauta e a desenvolve. Vamos ver.
Bom domingo.

Anônimo disse...

Mais um escândalo desse governo petista anajulista, que não faz outra coisa a não ser produzir irregularidades de montão. Tomara que desa vez o Minsitério Público tome as devidas providências. Ninguém aaguenta mais tanta denúscia, tanto desgoverno, tanto escândalo. Se me perguntassem antes, eu jamais poderia imaginar que passado mais da metade do governo Ana Júlia a situação chegasse aonde chegou. BASTA!

Anônimo disse...

Que eu saiba, as coisas funcionam assim numa redação de jornal: O chefe de redação é quem faz a pauta e passa para os seus repórteres.
Que eu saiba, também, a repórter Ana Célia é contratada pelo Liberal, e não é uma free lancer.

Anônimo disse...

Quando o jornalista tem credibilidade ele não precisa ser pautado pelo chefe de reportagem ou da redação: ele mesmo se pauta, escreve a matéria e apresenta ao editor. Se vai sair ou não, são outros quinhentos. Em se tratando do IVCezal, bota quinhentos nisso.
Esta é a realidade da nossa imprensa papachibé.

Anônimo disse...

A grande realidade é que a credibilidade da Ana Célia Pinheiro é bem questionável. Independente do governo está enrolado ou não.

O Lúcio Flávio Pinto, inclusive, já disse isso antes.
Afinal, as fontes dela são sempre indentificáveis. Como aquela matéria do hangar em que ela diz que entrevistou dois promotores e nenhum dos dois tinha identidade. ora, Juca, promotor que não quer se identificar, dá entrevista em anônimo também não tem a mínima credibilidade. Ou seja, o cara fez concurso e foi nomeado para fiscalizar a sociedade e o poder público. Se não o faz de cara é porque é questionável.

Juvencio de Arruda disse...

Lembro que LFP condenou a menção a um promotor que não quis se identificar na matéria do Hangar, que o IVCezal publicou e depois se arrependeu, e não o que vc diz.
E cabe aos interessados desmenti-la, querendo. E podendo.

Prof. Alan disse...

Juvencio, Mano Velho, de tudo isso, concluo pela exposição do Anônimo das 12:11 que o problema é isolado do governo da Ana Júlia. Os anteriores licitavam até caixa de fósforo. E todas as licitações eram corretíssimas, claro!

Juvencio de Arruda disse...

rsrs

Anônimo disse...

O jornalista Carlos Mendes fez várias matérias que o Liberal não publicou. Engavetou-as. O cara parou de produzir essas matérias-bomba. Acabou demitido.

Anônimo disse...

Infelizmente profissionais de qualidade ficam impedidos de fazer seus trabalhos de informação, privando o público da verdade dos fatos. É lamentável!!

Anônimo disse...

O Carlos Mendes não foi demitido, pediu pra sair.

Anônimo disse...

Será que tem jornal com categoria para abrigar jornalistas de qualidade como Carlos Mendes e Lúcio Flávio nesta cidade?

Anônimo disse...

Carlos Mendes, quem diria, agora a nivelado a Lúcio Flávio Pinto. Que eu saiba o LFP nunca se filiou ao PDS nem teve sua ficha abonada por Jarbas Passarinho.

Anônimo disse...

Não quero defender ninguém ou acusar ninguém, mas parece que o anônimo das 12:19 é um daqueles velhos patrulheiros ideológicos que, no fundo, é um saudosista da ditadura militar. Vade retro !!!

Ana Célia Pinheiro disse...

Juva:

Não vou falar muito sobre a minha condição profissional em O Liberal; não posso, é óbvio, principalmente por motivos éticos.
Esclareço, apenas, que sou repórter especial do jornal.
Quer dizer, não dependo das pautas da Chefia de Reportagem, embora, às vezes, a consulte.
Até porque o Mauro Neto, que é um grande repórter e um cara bacana à beça, já até me deu uma excelente pauta, que se desdobrou em dois furos seguidos: o número de processos emperrados na Justiça paraense e o número de ocorrências policiais que não viram inquérito. Sem puxa-saquismo – até porque nem preciso – o menino é realmente admirável...
Quanto às minhas fontes, sinceramente que não me lembro de o Lúcio ter me desqualificado, como diz um anônimo acima.
Lembro, sim, de o Lúcio ter criticado o depoimento em off de um promotor, que, na opinião do Lúcio, teria era de assumir aquilo que disse.
Também não me lembro de anônimos criticando os inúmeros offs de promotores e procuradores que publiquei, no Diário do Pará, em série de reportagens sobre escândalos envolvendo os tucanos...
Não tenho culpa se promotores, procuradores, conselheiros do TCE e até juízes – sim, até juízes – me fazem declarações em off.
Graças a essas preciosas fontes, aliás, foi que cheguei a escândalos como a PrevSaúde.
Graças a tais fontes consegui, também, antecipar muita coisa sobre a carta e o depoimento do Chico Ferreira, em 2006.
Graças a tais fontes, em suma, é que já peguei muita matéria exclusiva.
Compreendo que não falem abertamente: creio, aliás, que nem podem – o posicionamento deles tem de ser em cima de um processo concreto.
Mas, como estabelecemos uma relação de confiança – eu confio neles e eles, em mim – acabam me dizendo coisas que não diriam a nenhum outro jornalista.
E, em todos esses longos anos em que utilizei os offs dessas fontes pra lá de bacanas, nunca aconteceu de as informações que me deram estarem incorretas; pelo contrário, sempre bateram certinho.
Além disso, acho muito fácil anônimos tentarem desqualificar tais matérias, a partir, apenas, dos offs, que são acessórios, não o principal.
Porque o principal são os documentos e a Legislação que embasam tais reportagens.
No caso dessa última, sobre os R$ 5,3 bilhões de dispensas e inexigibilidades de licitação do Governo do Pará, a matéria está calcada em nada menos que o Balanço Geral do Estado – documento produzido pelo próprio Governo e enviado ao parecer técnico do Tribunal de Contas e à aprovação da Assembléia Legislativa; documento que descreve o que foi feito do dinheiro público em um determinado exercício – e que está disponível no site da Sefa (WWW.sefa.pa.gov.br).
Assim, quem quiser contestar a matéria, que conteste não a mim e as minhas fontes em off, mas, ao Balanço Geral do Estado.
Ou seja, ao próprio Governo.

FUUUIIIIII!!!!!


Ana Célia

Juvencio de Arruda disse...

Valeu, Ana!
Obrigado pela visita e revelação da fonte da matéria.
Bom trabalho e boa sorte.
Bjs

Anônimo disse...

Em um país sério a toda poderosa Governadora estava nesta hora a se perguntar como sairia deste enrosco. Como tudo está dominado nem esta ai para que pode acontecer, porque certamente nunca acontecerá nada com este Ministério Publico Estadual a fiscalizar.

Anônimo disse...

É uma pena que só quem tenha internet é que tem conhecimento das desordens, trambicagens, barbalhidades e roubalheiras cometidas por este desGoverno da Ana dos Kits, onde está o MPE que até agoranão enxerga nada, que tal este pessoal passar no Pronto Socorro da 14 e marcar uma consulta com o Oculista Dulciomal? Assim poderia curar a cegueira deste pessoal do MP.