15.4.09

Diferentes, Mas Iguais

As edições de hoje das pocilgas paraenses contrastam fortemente na abordagem do caso Vanessa, a vereadora peemedebista da capital apanhada, junto com o marido, um tenente coronel PM, malinando com a ética, os recursos públicos e o bom senso.
O silêncio do Diário mostra que tem dificuldades para defender a parlamentar. Uma notinha no Repórter Diário, dando conta de um almoço entre três membros da organização do prefeito falsário, indicaria o útero da denúncia contra Vanessa.
O IVCezal, absolutamente silencioso em relação à renca de improbidades nos esgotos de Duciomar Costa e seus sequazes, abre manchete de capa e fustiga pelo telejornalismo, que aliás está cada vez mais parecido com a pocilga.

16 comentários:

Anônimo disse...

Não tem desculpa para a Vereadora ela cometeu sim crime,tem que ser cassada,pois não era ela entre tantos que se mostrava honesta e tal e agora como fica?
E o Coronel como fica nessa parada, fica de bonitão,não acontecerá nada tambem com ele,por muito pouco já vi tambem,Coronel perder cargo no governo,me explica essa Juvêncio.
ET: Quero dar tambem o meu apoio a vc.por tudo que está passando por nos informar a respeito de papabebê.

Anônimo disse...

A denúncia é mentirosa? Para mim ficou bastante claro que não. Então acho que não podemos, ou melhor, não devemos desqualificá-la por conta da origem. Isso mostra que essa turma toda conhece os 'podres' uns dos outros. Acho que deveríamos é instigá-los a fazer mais coisas do tipo chegarem a conhecimento público. Assim, tanto a CPI da Saúde será aprovada, quanto serão desentocadas os centenas de assessores fantasmas e outras irregularidades que esses políticos cometem. O que será que acontece quando se passa pela porta da Câmara e da Assembléia. Será a corrupção um vírus que acomete todos os que conseguem um pouco de poder? Ou será que só os corruptos conseguem galgar cargos públicos? Eis a questão.

Anônimo disse...

Pocilgas à parte, o âmago do problema é que a Vanessa está numa enrascada e, sair dessa, tá dificil.
É improbidade, é falta de decoro e incursão em vários outros ilícitos.
Quero ver no que vai dar isso.

Anônimo disse...

As pocilgas, sabemos, tratam de divulgar as "versões" que lhe $ão $impática$.
Mas a vereadora Vanessa pisou feio, e muito feio na bola.
Decepção total.
Merece, ela e o tal bonitão-maridão-coronel, os rigores da lei.
Mas...será que a Lei vai chegar até eles?
Do jeito que esse tipo de caso costuma acabar, vai sobrar sómente para a empregada.
Lembram do caseiro do Palocci em Brasília? Pois é...
Tomara que não.
Rezemos.

Juvencio de Arruda disse...

Vou dizer só uma cois para os quetro anônimos acima: o que está em questão neste post é a abrodagem da mídia sobre a denouncia.
Quem quiser emitir sua opinião sobre o caso em si deve fazê-lo nos outros dois posts, de ontem, sobre as denúncia em si.
Aqui não mais!
Se não conseguem, ou não querem, comentar a a questão deste post, não precisa comentar.
Fui claro ou querem que desenhe?

Anônimo disse...

Eh, Cara, por que ficaste tão irritado?
Mais uma vez a impresa local mostra a cara: O liberal que, com certeza tem ligação umbilical (ou será financeira?) com o médico-prefeito de Belém vem ao público não para informar mas para, através da besteira feita pela vereadora, atacar o PMDB que é seu maior adversário. O jornal do PMDB, Diário do Pará, realmente não tem como defender o indefensável e fica procurando desviar o foco da questão que é séria e depõe contra a vereadora até então tida como uma das poucas pessoas honestas que se dedicam à política. É uma pena pois a Vanessa estava trilhando um caminho que com certeza a levaria a ser uma das maiores lideranças no Estado mas...

Juvencio de Arruda disse...

Cara, não fiquei irritado com este comentário das 11:10.
Ele atende ao que pedi.

Anônimo disse...

Juva aquela velha história,Quem tem telhado de vidro não devería olhar o do vizinho!E nesse meio, quem não os tem?

Lafayette disse...

Escuta essa...

Estava, hoje, do fórum cível, e peguei um taxi em frente ao prédio da Justiça.

Está ocorrendo julgamento, através de Juri Popular, do caso do assassinato de Lílian Obalski Sampaio, pelo réu confesso, o seu ex-namorado, Fábio Silva da Silva. Na praça, cartazes, som da sessão do julgamento, cadeiras, imprensa etc.

Já dentro do taxi, o taxista comenta:

-Doutor, esse caso é um absurdo. Ele deve pegar pena máxima.

E de prima, entra num outro papo.

-Mas o que me revolta mesmo são os jornais. Quando um pobre é pego roubando uma lata de leite, ou até mesmo, roubando um homem rico e importante, sai logo na manchete: SAFADO ASSALTA...; BANDIDO ZÉ PILANTRA ROUBA...

-Agora, neste caso desta vereadora.

E, eu "de desentendido": - Qual?

-Esse caso da vereadora Vanessa, que foi pego roubando dinheiro da gente. Ela, doutor, pegou a doméstica dela e colocou como funcionária do seu gabinete, ganhando uma grana, uns 4 mil contos!

Fiz cara de espanto.

E ele concluiu:

-Pois é, e os jornais só dizendo: "Me admiro da vereadora Vanessa...", ou "A vereadora Vanessa irá se defender...", ou "A vereadora Vanessa fez transação ilegal...".

-Pô, assim não dá! Desabafou o taxista.

A corrida deu 12 reais, dei 15 e deixei o troco com ele. ;-)

Anônimo disse...

Juvêncio

Fica bastante claro ao lermos a matéria a origem das informações que a embasam. Nunca, jamais, na história da casa de noca, sua mesa diretora liberou informações tão detalhadas sobre a relação empregatícia de assessores de vereadores.
Foi "parada dada", saiu de dentro dos gabinetes da casa de noca.
Porém, isto não é novidade alguma naquele poder. Lembro-me de uma vez em que estive na agência do Banpará na casa de noca, e o finado vereador Eloy Santos estava sentado junto ao gerente empunhando cinco contracheques de assessores seus, que devriam ser depositados em uma conta sua. Lembro-me também de uma vez, quando a então vereadora de primeiro mandato, Marinor Brito, solicitou a relação de servidores e assessores da casa de noca. o então presidente da casa, Orlando Reis, havia estourado o orçamento do poder legislativo e alegava não ter como pagar a folha de dezembro dos servidores. No relatório constava que no gabinete de um vereador, tipo por muitos como muito probo, que fora inclusive vice-prefeito, haviam mais de 80 servidores lotados. Àquela época, na antiga sede da São Pedro, os gabinetes dos vereadores não tinham mais do que 20 metros quadrados...

abs solidários contra a censura a ti imposta

Levi Menezes

Juvencio de Arruda disse...

Valeu Menezes, pelo abraço e pela deliciosa história.
É claro que foi "parada dada".
Os bandidos deixam rastros...eheh
Abs

Anônimo disse...

Não dá no mesmo um deputado federal ancião, velho defensor da "gloriosa de 1964", que "empregava" comop assessoras parlamentares em seu gabinete em Brasília suas duas filhas, uma morando em Paris e a outra em Belém, sem nunca terem pisado na Câmara?
Não estou defendendo a Vanessa, ô duciomaristas. Só estou querendo que a Mesa abra TODOS os casos e o Liberal, conhecido defendor da moralidade pública (rs rs rs) noticie com o mesmo estardalhaço.

Anônimo disse...

Este modo operandi a muito é usado por esta corja de politicos. A Vanessa poderia prestar um grande serviço a todos denunciando os que usam este ou outro expediente excuso para aumentarem o seu salario.

Yléco disse...

A forma como a Pocilga Nariguda - tomando emprestado os termos do Juva - tem "noticiado" esse episódio, é nojenta e cínica. Parece que já é consenso, não há como negar o crime e todas as lambanças do casal; o que precisamos agora é resgatar a nossa capacitade de indignação diante de tantas obcenidades que andam fazendo com o dinheiro público, bem na nossa cara, "gozando" das leis, jogando a ética na latrina e ainda posando de defensores da moral. É preciso que nos indignemos. É preciso abrir a caixa de coisas podres da Casa de Noca, da ALEPA, da Prefeitura do falsário, do desgoverno de Donana e do Pará-de-faz-de-conta dos Tucanos de rapina do passado. É muita nojeira. E esse dublê de jornal? que passa ao linchamento do casal de fraudadores como se fossem os únicos. Parece ter esquecido todos os escândalos de fraude, extorsão e sabe lá mais o que essa gente é capaz, em que já esteve envolvido em um passado tão recente. Desculpa Juva, mas é que embrulha o estômago mesmo.

Anônimo disse...

Se desejar, nem precisa postar esse comentário, mas concordo com o leitor das 11:10 também não entendi a sua irritação uma vez que comentários alheios aos posts são comuns no blog vide:"Oligopólio"; " Muita Água"- Sobre as enchentes em Altamira na qual vc incentiva o debate acerca do comentário sobre funcionalismo público e no "Fim da Degradação" onde vc solicita o reenvio de post sobre o Lúcio Flávio Pinto que nada tinha haver com o assunto, entre tantos outros. Desculpe, mas não vi motivo para a deselegante reprovação, observando que,pelo tema em questão, trata-se apenas de expressão encoleirizada da população cansada dessas práticas politicas e que aqui encontra lugar proferir sua opinião. Se nem aqui onde mais?

Juvencio de Arruda disse...

Sim, das 19:57, mas eu avisei em comentário às 10:29 da manhã que nesta caixinha gostaria de discutir apenas o conteúdo do post, já que haviam dois outros logo abaixo onde o objeto dos comentários dos recalcitrantes estava aberto.
Mesmo assim insistiram e não foram moderados.
Quanto ao post sobre Lucio Flavio, ergunto: onde mais poderia pedir o reenvio do comentário excluído por engano? Na ribalta?
Não precisa se desculpar, entendo a encolerização da sociedade, eu próroio fico encolerizado mas entendo que este blog não é, não quer e nem poderia ser a bacia das almas.
As veses é preciso ser duro para frear a compulsão, ou vc nunca se defrontou com situações assim, no trabalho, na família, nas ruas?
Há muitos outros excelentes blogs a disposição de todos, compautas diversificadas, e com certeza na soma de todos os blogs sempre haverá oportunidade para que seja comentado o assunto desejado por cada visitante.
E se não houver, amigo, abra um blog.
Essa é a tendência, felizmente: a multiplicaçãpo dos espaços e a divisão das responsabilidades.
Eu, meu blog, e minha paciência, com certeza não darão conta da santa cólera da sociedade.
Espero que compreenda.